Costumo ausentar-me na Terça-feira, pois ninguém nota. É o dia comum de esquecimento mútuo, exceto em Terça de festa, mas da festa ninguém quer fugir. Exemplo disso é Sexta-feira.
É o rompimento com a monotonia, a farra de lei, e com o perdão das palavras, quando alguém quer f*der, se f*der, ou ser f*dido, lembra logo de alguém pra partilhar a culpa. Ninguém quer se dar mal, as vezes bem, sozinho.
Então, se é preciso fugir, que seja no dia em que ninguém me procure. Se o dia é Terça, que seja na Terça, e que ninguém note e nem se esqueça, que no fim de semana , pode me ligar. Mas não na Terça, lamento.
Disforia de elementos concretos imersos num mar abstrato. Multiplicidade de sentido e descarga metafórica, sentimento metamorfoseado em palavra. Pó, líquido, massa, edifício, destroços, gases e vapor. Cores, flores, ventos, amores, lixo, bichos, vozes, cuspes, cochos; de corpo ou de mente, pensantes, viventes, da vida ou de sonhos...
domingo, 30 de outubro de 2011
Intervalo de Segunda
Hoje é segunda-feira. O dia tá lindo; um solzão... Tô vendo no reflexo da janela algum verde, no meio dos edifícios, e os problemas estão engavetados.
A gaveta está lotada de pendências, mas eu tô bem! Como o dia estou feliz, e como quase nunca, sem inspiração pra mais que esse relato. Poderia estar melhor. Pode, e vai, piorar... Mas tá bom. Acho que tô até com sorte...
A gaveta está lotada de pendências, mas eu tô bem! Como o dia estou feliz, e como quase nunca, sem inspiração pra mais que esse relato. Poderia estar melhor. Pode, e vai, piorar... Mas tá bom. Acho que tô até com sorte...
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